sábado, 21 de janeiro de 2012

O MUNDO PRECISA DE SAMBA!!




Termine seu fim de semana na segunda-feira. Comece ainda melhor a outra!
A danada da Sandra Simões continua “aprontando”, toda segunda-feira, na
Piola Pizzaria, no Rio Vermelho. É lá que ela faz o seu show de verão, o
Samba Urbano – perfeita união entre duas unanimidades nacionais. Você
conhece alguém que não gosta de Pizza e de Samba?
É nesse clima que a Piola se transforma numa verdadeira Casa de Samba, com
um grande salão para as evoluções de sambadores e passistas. A partir das
20 horas, as mesas saem de cena para dar lugar à dança e o serviço da casa
entra no ritmo com pizzas servidas em fatias e serviço no balcão.
A entrada dá direito a ouvir alguns dos maiores clássico do samba, como Não
deixe o samba morrer, Disritmia e Saudosa Maloca, que o público entoa em
coro do início ao fim da festa. Sandrinha aproveita ainda para mostrar
músicas inéditas, algumas autorais, que ela adianta do disco que lançará em
março, como Santo de Barro e Comigo Ninguém Pode.
Em cada edição Sandrinha recebe alguns amigos e parceiros musicais,
convidados para uma canja em meio ao show. É a hora que ela aproveita para
sambar no meio da galera. Já tivemos Nelson Rufino, Walmir Lima, Tito
Bahiense, Simone Moreno e boas surpresas como números de circo e, na última
segunda-feira, o encerramento com a Escola de Samba Unidos de Itapuã,
momento de catarse coletiva na Piola. A brincadeira continua no dia 23/01
com as participações de Edil Pacheco, André Macedo e Deco Simões e Armandinho.
Uma banda massa junta a sonoridade tradicional de pandeiro, cavaquinho,
bandolim e violão, ao tempero de bateria, contrabaixo elétrico, guitarra
convencional e guitarrinha baiana. Bamba e Rock n' Roll, é o conceito. A
música entra pelo sapato, domina o corpo inteiro e o samba come noite
adentro. A festa só acaba lá pra meia noite. Tudo isso bem pertinho do
público, que samba bom é assim, no chão. Faça parte da roda. A direção
artística é de Sandra Simões e a direção musical de Léo Brasileiro.


POR BRUNO MACHADO